Rodeado de assessores e os “avalistas” Mário Negromonte e Jaques Wagner, o prefeito João Henrique oficializou sua ida ao PP. Com o auditório cheio de “partidários ativos” e empolgados, o prefeito, vestindo a camisa do PP, discursou e disse que o momento é histórico de união entre as esferas municipais, estaduais e federais, além de garantir que “não adianta querer intrigar minha relação com o governador Jaques Wagner que não terão êxito”.
Antes, em entrevista, João Henrique disse que a mudança foi necessária assim como a primeira, do PDT para o PMDB, “para abrir as portas dos ministérios em Brasília” e que se sentia isolado em sua antiga legenda. “Eu estava sem fluidez nos ministérios em Brasília e no estado, agora eu tenho fluidez plena. Decidir vir para um partido maior com representação em um ministério que tem recursos para ajudar a cidade nessa preparação para a Copa do Mundo e em quatro secretarias no governo estadual”, garantiu.
O prefeito afirmou ainda que espera uma oposição responsável e que não é o momento de se promover uma luta e, sem citar exemplos, afirmou que não quer mais ver atitudes mesquinhas por conta de interesses partidários. “Não se pode fazer uma oposição raivosa nem deixar que os interesses partidários se oponham aos interesses de Salvador”, afirmou. Ele usou como exemplo de boa convivência entre oposição e situação dos estado de Minas Gerais e Pernambuco e disse esperar que Salvador siga o mesmo caminho.
Foto: Marinaldo Oliveira / Consulado Social
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Antes, em entrevista, João Henrique disse que a mudança foi necessária assim como a primeira, do PDT para o PMDB, “para abrir as portas dos ministérios em Brasília” e que se sentia isolado em sua antiga legenda. “Eu estava sem fluidez nos ministérios em Brasília e no estado, agora eu tenho fluidez plena. Decidir vir para um partido maior com representação em um ministério que tem recursos para ajudar a cidade nessa preparação para a Copa do Mundo e em quatro secretarias no governo estadual”, garantiu.
O prefeito afirmou ainda que espera uma oposição responsável e que não é o momento de se promover uma luta e, sem citar exemplos, afirmou que não quer mais ver atitudes mesquinhas por conta de interesses partidários. “Não se pode fazer uma oposição raivosa nem deixar que os interesses partidários se oponham aos interesses de Salvador”, afirmou. Ele usou como exemplo de boa convivência entre oposição e situação dos estado de Minas Gerais e Pernambuco e disse esperar que Salvador siga o mesmo caminho.
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